LEIA O TEXTO - atividade de leitura, NÃO PRECISA COPIAR.
COPIE NO CADERNO - atividade de escrita, desenho e resolução que será corrigida/revisada.
CORREÇÃO- COMO SUA ATIVIDADE DEVERIA ESTAR NO CADERNO:revise com atenção.
Segunda-feira, dia 6____________
Língua Portuguesa__________________________
ATIVIDADE:
Correção da atividade da semana anterior.
Atividades com descritores
1. Leia o texto abaixo para responder ao que se pede:
a)
Qual a informação principal que constitui o assunto da notícia? A obesidade como fator de reprovação de professores em
concursos.
b) Qual é a
informação secundária presente no texto? São duas: As
doenças e o índice de aprovação de professores em concursos são informações
secundárias, pois não são desenvolvidas.
2. O texto apresenta como assunto principal a informação de que se pode
andar em São Paulo e comer frutas de árvores da rua.
3. Cite uma informação secundária pressente no texto: é possível conhecer frutas nativas do País ao se visitar o
Butantan.
1. Para complementar sua crítica ao fato de uma nova
religião ter sido noticiada no jornal, o
autor compara a notícia a
um noticiário econômico.
2. O trecho do conto retrata: O
possível início de uma amizade.
3. Percebe-se no texto que a intenção do Cônego era escrever (V ou F)
( F ) bem, assim como o padre Luís Gonçalves dos
Santos, o padre Perereca.
( V ) sobre o tempo do rei, mas diferente do outro
padre.
( F ) sobre as
Memórias de Luís Gonçalves dos Santos.
( F ) críticas e sonetos e artigos
( F ) críticas
sobre religião.
( V )
bem, porque queria mostrar que podia fazer melhor que o padre Perereca
Matemática___________________________
ATIVIDADE: Grandezas diretamente proporcionais
Nesta aula será apresentado um exemplo do cotidiano sobre grandezas diretamente proporcionais. Não é necessário copiar em seu caderno.
Que tal um bolo para a hora do café?
Se quisermos aumentar ou diminuir a receita, devemos usar quantidades de ingredientes proporcionais às da receita original para que o bolo dê certo. Dizemos que qualquer ingrediente é diretamente proporcional a cada um dos outros. Se um dobra, o outro deve dobrar. Se um cai pela metade, o outro deve cair pela metade e assim por diante.
Dobrando a quantidade de um dos ingredientes, todas as outras quantidades também devem dobrar. As grandezas são, duas a duas, diretamente proporcionais.
•E se você tivesse 7 ovos na geladeira e quisesse usá-los no bolo? Como adaptar a receita de 4 para 7 ovos? Basta usar a proporcionalidade e a propriedade das proporções. Acompanhe.
Há proporcionalidade direta entre a quantidade de farinha e a de ovos. Então
Veja na tabela abaixo como fica a receita completa, adaptada de 4 para 7 ovos.
Terça-feira, dia 7______________
Geografia____________________________
ATIVIDADE: Leia o texto e responda as questões:
Ilhas de Calor
As Ilhas de Calor são fenômenos que ocorrem nos grandes centros urbanos e são caracterizados pela elevação de temperatura em alguns pontos da cidade. Observa-se que esse processo costuma se localizar mais frequentemente nas zonas centrais do que nas periferias.
Ao contrário de outros fenômenos climáticos, em que a ação do homem apenas interfere ou agrava uma situação preexistente, as ilhas de calor são puramente antrópicas. Elas ocorrem graças à remoção da cobertura vegetal nas cidades e a construção de grandes aglomerados urbanos, formando verdadeiros “labirintos” de refletores, que refletem a luz e a radiação do sol, bem como impedem a circulação do ar, o que proporciona o aumento do calor.
Além disso, outro fator determinante para a ocorrência das ilhas de calor é a poluição gerada nas áreas centrais das grandes cidades. Ela inibe a dispersão de calor, o que também contribui para a elevação das temperaturas.
Alguns estudos apontam que os centros das cidades costumam ficar 7ºC mais quentes que as periferias. Vale observar, contudo, que as ilhas de calor não se distribuem homogeneamente ao longo das cidades, proporcionando uma grande variabilidade térmica entre um bairro e outro.
As ilhas de calor concentram-se nos grandes centros urbanos por conta da dificuldade de dispersão do calor nesses espaços
COPIE NO CADERNO - atividade de escrita, desenho e resolução que será corrigida/revisada.
Ilhas de calor afetam cidades médias de SP
1.(…) Uma pesquisa realizada por pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) constatou que a existência do fenômeno é cada vez mais evidente também em cidades médias paulistas.
Segundo João lima Sant'Anna Neto, professor do Departamento de Geografia do campus de Presidente Prudente (oeste do Estado), um levantamento feito em 14 cidades verificou que houve aumento de 1ºC na temperatura nos últimos 49 anos.
(Folha de S. Paulo – 02/08/2012. Disponível em: www.folha.uol.br)
Os registros da difusão de ilhas de calor nas cidades médias paulistas pode estar vinculado:
a) ao aquecimento global
b) aos danos causados pelo efeito estufa
c) à verticalização dos ambientes urbanos
d) à construção de espelhos d'água
e) à falta de infraestrutura, a exemplo da não pavimentação das ruas
2.Nas cidades, as ilhas de calor são mais frequentemente sentidas em regiões:
a) periféricas
b) centrais
c) próximas a parques ambientais
d) nas margens de rios
e) em prédios e torres altas
3.Suponha que você seja um consultor ambiental de uma importante cidade brasileira que sofre com o fenômeno das ilhas de calor. A diferença de temperatura entre um ambiente e outro nessa cidade chega a atingir os 10ºC. Para resolver ou atenuar esse problema, quais tipos de medidas deveriam ser adotadas entre as abaixo relacionadas?
I. Ampliação da cobertura vegetal, incluindo áreas em coberturas de edifícios.
II. Implantação de espelhos d'água em áreas urbanizadas.
III. Remoção de parques para a construção de edifícios modernos.
IV. Incentivo a meios de transporte que não sejam de massa.
V. Elaboração de políticas de combate à poluição.
a) somente as medidas I e II
b) somente as medidas III e IV
c) somente as medidas IV e V
d) somente as medidas I, II e V
e) todas as medidas citadas
4 .O fenômeno de ilha de calor é o exemplo mais marcante da modificação das condições iniciais do clima pelo processo de urbanização, caracterizado pela modificação do solo e pelo calor antropogênico, o qual inclui todas as atividades humanas inerentes à sua vida na cidade.
BARBOSA, R. V. R. Áreas verdes e qualidade térmica em ambientes urbanos: estudo em microclimas em Maceió. São Paulo: EdUSP, 2005.
O texto exemplifica uma importante alteração socioambiental, comum aos centros urbanos. A maximização desse fenômeno ocorre
a) pela reconstrução dos leitos originais dos cursos d’água antes canalizados.
b) pela recomposição de áreas verdes nas áreas centrais dos centros urbanos.
c) pelo uso de materiais com alta capacidade de reflexão no topo dos edifícios.
d) pelo processo de impermeabilização do solo nas áreas centrais das cidades.
e) pela construção de vias expressas e gerenciamento de tráfego terrestre.
História______________________________
Professora Lívia Sgarbosa
ORIENTAÇÕES:
- Antes de iniciar a atividade registre no seu caderno a pauta e a data de hoje. É muito importante neste momento que o seu caderno esteja organizado e com todo conteúdo que vamos estudar.
- Pauta: BANDEIRAS
- Orientações, registe os textos no seu caderno de História, isso facilita sua organização, bem como contribui para a fixação e entendimento dos conteúdos tratados.
- Após o registro, leia novamente o texto com calma. Copie e responda as questões em seu caderno.
BANDEIRAS
A capitania de São Vicente foi o primeiro núcleo povoador de nosso país. Mas, apesar de ter sido bem administrada, num segundomomento, começou a ter problemas econômicos e os investidores não mais se interessavam pela capitania.
Índios soldados de Bandeirantes, escoltando índios selvagens aprisionados. O primeiro grande ciclo bandeirista teve a finalidade de apresamento de indígenas São Vicente, Santos, Santo André, São Paulo – cidades dessa capitania, tornaram-se tão pobres, que deixaram de ter atrativos para manter os seus habitantes, assim, qualquer esperança de melhoria de vida bastava para que alguns decidissem sair de seus lares - eram os bandeirantes. A pobreza da capitania de São Vicente explica a expansão bandeirante paulista pelo sertão.
Quando os holandeses invadiram Pernambuco, decidiram também invadir as regiões africanas que “exportavam” escravos para o Brasil.
Isso prejudicou terrivelmente os donos de engenho da Bahia, que, sem ter como comprar escravos negros, a saída encontrada por esses proprietários foi bem simples: utilizar escravos indígenas, que seriam capturados no sertão e vendidos pelos bandeirantes.
Os bandeirantes, que eram pobres, mas não eram ingênuos, sabiam que era muito difícil capturar índios no meio da mata. Por isso invadiram as reduções jesuíticas, onde os índios já estavam catequizados, habituados às atividades agrícolas, agrupados e, o que é melhor, desarmados pelos padres jesuítas.
O aprisionamento de indígenas se manteve enquanto os holandeses mantiveram seu domínio sobre Pernambuco.
Com a volta da utilização do escravo negro, após a expulsão dos holandeses, os bandeirantes passam a procurar ouro e pedras preciosas no interior do território brasileiro. Os resultados econômicos foram muito pequenos, mas, devido a isso, o território brasileiro foi muito além daquele estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas.
Alguns anos após a expulsão dos holandeses, os portugueses constataram um fato preocupante: os negros, em grande quantidade, haviam fugido de seus engenhos! O pior é que se organizaram em quilombos, fortaleceram-se economicamente, conquistaram uma invejável unidade social. Dessa forma os quilombos passaram a atrair os escravos, que agora tinham grandes esperanças de sobreviver à fuga. Qual a única maneira de evitar o crescimento das fugas de escravos? Destruindo os quilombos.
Quem seria capaz de destruir os quilombos? Os bandeirantes! E eles
fizeram o serviço com terrível competência. Mesmo o maior dos quilombos, Palmares, foi totalmente destruído.
Os bandeirantes recebiam por escravo quilombola morto. Para provar
que realmente o negro havia sido morto, era necessário apresentar à autoridade pagadora um par de orelhas de negro.
LEIA O TEXTO E RESPONDA AS QUESTÕES:
1) O que são Bandeiras?
2) Quem participava dessas expedições?
3) O que você acha da atividade realizada pelos bandeirantes no período colonial?
Educação Física_______________________
FIQUE ATENTO ÀS TURMAS:
TURMA 1, MAIORES DE 18 ANOS.
TURMA 2, MENORES DE 18 ANOS, SEM AFASTAMENTO.
ATIVIDADE TURMA 1: GINÁSTICA – IOGA
NESTA ATIVIDADE TRABALHAREMOS O RECONHECIMENTO DO CORPO, ATRAVÉS DE MOVIMENTOS DA IOGA. A IOGA É UMA PRÁTICA TRADICIONAL ANTIGA DA ÍNDIA. A PALAVRA “IOGA”, QUER DIZER “UNIÃO”, PORQUE ELA FAZ O CORPO E A MENTE FICAREM LIGADOS. OS INDIANOS OBSERVARAM COM MUITA ATENÇÃO A NATUREZA E OS ANIMAIS PARA DESENVOLVER AS POSTURAS DA IOGA E POR ISSO QUE VOCÊ PODE RUGIR COMO UM LEÃO OU SE ESTICAR COMO UM GATO QUANDO A PRATICA. SE VOCÊ PRATICAR IOGA SEMPRE, VAI GANHAR FORÇA E EQUILÍBRIO, ALÉM DE FICAR MAIS FLEXÍVEL. A IOGA TAMBÉM AJUDA A SE CONCENTRAR E A DIRECIONAR SUA ENERGIA.
EM UM LOCAL ADEQUADO, OBSERVE AS IMAGENS, IMITE AS POSTURAS FIQUE 30 SEGUNDOS EM CADA POSIÇÃO FINJA QUE VOCÊ É CADA UM DOS ANIMAIS. NÃO SE PREOCUPE SE A IMITAÇÃO NÃO FICAR PERFEITA, APENAS SE DIVIRTA E SINTA-SE EM UNIÃO COM A NATUREZA, FAZENDO A: IOGA DOS ANIMAIS
ATIVIDADE TURMA 2: JOGOS E BRINCADEIRAS DO MUNDO
Valorizar a cultura afro-brasileira e conhecer brincadeiras e jogos de matriz africana. Desenvolvimento do tempo de reação, atenção, concentração.
O Continente Africano, ele é o terceiro maior do mundo! O Continente Africano é composto por 54 países. É banhado a leste pelo Oceano Atlântico e a Oeste pelo Oceano Índico. Ao norte, é separado do continente europeu pelo Mar Mediterrâneo; e a nordeste, é separado da Ásia pelo Mar Vermelho e pelo Canal de Suez, localizado no Egito.
Visitando Moçambique…
Labirinto:
O Labirinto é originário de Moçambique. Normalmente forma-se uma dupla para cada desenho (labirinto), mas nada impede que mais membros da sua família entrem na brincadeira.
Primeiramente é traçado no chão um desenho do labirinto para os participantes. Você pode usar fita ou giz para fazer o desenho no chão.
Depois que tirarem a sorte no par ou ímpar iniciem o jogo no primeiro ponto da linha que forma esse trajeto. A sorte é tirada novamente e quem ganhar sempre passa para o ponto à frente. A criança que chegar primeiro ao último ponto é a vencedora.
ATIVIDADE: Leitura, compreensão e análise textual com
descritores. Estabelecer relação
causa/consequência¹ entre partes e elementos do texto². ¹ - Por meio deste descritor, o aluno deverá achar os motivos que geram os
fatos de uma história e o resultado destes para ela. ² - Por meio deste descritor, o aluno deverá localizar os elementos que se
organizam durante o desenvolvimento do texto e as informações que aparecem em
uma história.
1. Leia o texto
abaixo e responda ao que é pedido.
Marta contra a hipocrisia
Por que caem no vazio
os apelos da melhor jogadora do mundo por apoio ao futebol feminino
Há três anos a cena
se repete. Marta Vieira da Silva faz escova, põe um vestido de noite e recebe
em Zurique, na Suíça, o prêmio de melhor jogadora do mundo. Há três anos ela
insiste, nas entrevistas de agradecimento, na necessidade de apoio ao futebol feminino
no Brasil. Há três anos todos concordam. Algumas promessas são feitas. E pouca
coisa muda.
Neste ano, eram
brasileiras não apenas a primeira, mas também a terceira (a atacante Cristiane)
e a sexta (a meio-campista Daniela Alves) mais bem colocadas na votação da
Federação Internacional de Futebol (Fifa). Foi o melhor resultado do Brasil
desde que a eleição feminina começou a ser realizada, em 2001. Se dentro de
campo as coisas melhoram, fora prevalece a falta de organização que obriga as
melhores jogadoras do país a se profissionalizar no exterior. Depois de cinco
anos no Umea, da Suécia, Marta acaba de se transferir para uma recém-criada
liga profissional dos Estados Unidos; Cristiane, até recentemente jogadora do
Corinthians, deve seguir o mesmo caminho. Daniela atua pelo Linkopings, da
Suécia.
O futebol feminino
brasileiro ainda é amador. As jogadoras recebem pouco mais que uma ajuda de
custo. Por falta de um calendário de competições, os times são montados e
desfeitos ao sabor do improviso com que os torneios são organizados. Depois da
inesperada medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, a
Confederação Brasileira de Futebol (CBF) prometeu “estudar” a criação de uma
liga nacional feminina. Depois do inesperado vice-campeonato na Copa do Mundo
de 2007, na China, a CBF prometeu criar uma Copa do Brasil feminina. Depois da
já não mais inesperada medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim, no ano
passado, o Ministério do Esporte prometeu criar uma liga nacional feminina.
Manter uma boa equipe
feminina exige R$ 1 milhão por ano – 2% do custo de um grande time masculino
Apesar de tantas
promessas, tudo que existe até agora são dois torneios nacionais – a Copa do
Brasil feminina, que dura dois meses e foi vencida em 2008 pelo Santos Futebol
Clube; e um torneio de 15 dias pomposamente batizado “liga nacional”, que será
disputado por 32 times, no mês que vem, na cidade paulista de Águas de Lindoia.
É muito pouco. Só mereceria o nome de “liga nacional” um campeonato que
ocupasse a maior parte do ano, como a Série A masculina, com seus 20 clubes
jogando de abril a dezembro.
Apesar das críticas,
ressalve-se que a CBF é das poucas que fazem alguma coisa, organizando
competições e mantendo seleções brasileiras adultas e juvenis. Pequenos clubes
do interior do país, como o Botucatu, de São Paulo, e o Kindermann, de Santa
Catarina, mantêm boas equipes graças ao esforço de um punhado de abnegados. A
maioria dos clubes de grande torcida, os que mais poderiam contribuir para
popularizar o futebol feminino, despreza as mulheres boas de bola. Há exceções,
como o Santos, o Sport Club do Recife e o Corinthians.
Falta de dinheiro não
é desculpa. Manter um bom time feminino custa apenas R$ 1 milhão por ano, 2% do
que os “endividados” clubes gastam com seus times masculinos. Falta de
interesse do torcedor também não. O público lotou o Maracanã, em 2007, para ver
Marta em campo pela seleção no Pan. “O futebol feminino não precisa de esmola.
Precisa de planejamento e calendário. Só assim a televisão vai se interessar.
As emissoras precisam se programar com antecedência”, diz Modesto Roma Júnior,
responsável pelo time do Santos.
FONTENELLE, André, Revista Época,
jan 2009
COPIE NO CADERNO - atividade de escrita, desenho e resolução que será corrigida/revisada.
De acordo com o
texto, o que provoca a falta de investimento no futebol feminino brasileiro é:
a) a jogadora Marta ser contra a realização de
campeonatos femininos no Brasil.
b) a falta de público
e de grandes estrelas na modalidade.
c) o fato de a equipe
feminina ter mais despesas do que a masculina.
d) a falta de planejamento e de um calendário
esportivo para a modalidade.
2. Leia o texto abaixo para responder às questões
O
homem que espalhou o deserto
Quando menino, costumava
apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores.
Havia mangueiras,
abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal
enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas.
A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E
sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda
não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe
corria com a tesoura: tome filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele
voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino
pequeno.
O seu trabalho rendia
pouco, apesar do dia-a-dia constante, de manhã à noite.
Mas o menino cresceu,
ganhou tesouras maiores. Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a
acabar com as folhas todas. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria
ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigos. Apenas
tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À
noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as
tarefas do dia seguinte.
Às vezes, deixava aberta
a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas. A mãe, muito
contente, apesar do filho detestar a escola e ir mal nas letras. Todavia, era
um menino comportado, não saía de casa, não andava em más companhias, não se
embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava
ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas,
chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.
Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram
a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze
dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o
abacateiro que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois,
quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.
Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver.
Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.
Numa terça-feira, bem
cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez
dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram,
sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.
Mas insatisfeito, porque
agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho,
para os arredores da cidade. Onde encontrava árvore, capões, matos, atacava,
limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se servir.
Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vende-los para
fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo.
E o homem do machado
descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que
precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma
secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia,
construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores.
Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes
fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira
linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em
pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado,
um aparelho eletrônico para arrasar.
E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tornar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho sua profissão.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras
proibidas. Rio de Janeiro. Editora Codecri, 1979.
COPIE NO CADERNO - atividade de escrita, desenho e resolução que será corrigida/revisada.
O trecho “Enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num
deserto, terra calcinada”, indica uma:
a) Uma opinião.
b) Uma causa.
c) Uma consequência.
d) Uma condição.
Matemática____________________________
ATIVIDADE: Regras de três
Observe o exemplo a seguir:
Júnior resolveu um problema que envolve grandezas diretamente proporcionais. Acompanhe:
• Uma impressora imprime 48 páginas em 3 minutos. Quantas páginas imprimirá em 5 minutos?
A resolução de Júnior está correta. Ele encontrou o valor para uma unidade básica (no caso, 1 minuto) e a partir daí ficou mais fácil descobrir outros valores.
Apresentaremos a seguir outra forma de resolver o problema usando a propriedade das proporções.
Veja:
Esse procedimento é chamado de regra de três e é bastante útil na resolução de problemas.
Por que esse nome? Observe a tabela com as grandezas: conhecemos três delas e queremos determinar a quarta. Já usamos esse procedimento no exemplo anterior para adaptar a receita do bolo de 4 para 7 ovos, por exemplo. Agora você sabe que ele recebe um nome especial.
Resolva estes problemas em seu caderno usando regra de três.
1. Seis metros de certo tecido custam R$ 74,00. Qual o preço de 27 metros desse mesmo tecido?
2. Bianca comprou 8 camisetas e pagou R$252,00. Quanto ela pagaria se comprasse 5 camisetas do mesmo tipo e preço?
3. Uma fonte fornece 39 litros de água em 5 minutos. Quantos litros fornecerá em uma hora e uma hora?
Quinta-feira, dia 9_____________
Ciências_____________________________
ATIVIDADE: leitura e interpretação de textos, imagens e tabelas.
LEIA O TEXTO - atividade de leitura, NÃO PRECISA COPIAR.
Vítima-padrão de Covid-19 no Brasil é homem, pobre e negro
Compilação de dados do SUS mostra perfil mais atendido em meio à pandemia de coronavírus
Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil
Por Metro1 no dia 03 de Julho de 2020 ⋅ 11:01
Por meio do Sistema Sivep-Gripe, é possível ler o que cada profissional da saúde escreveu na ficha de cada paciente infectado pelo novo coronavírus no Brasil. A inserção tem uma certa defasagem: na terça-feira 30, última coleta feita pela reportagem da Época, eram contabilizadas 54.488 mortes, enquanto os números do Ministério da Saúde estavam em 60 mil.
Confira os dados:
Dados coletados no Sistema Sivep-Gripe, do OpenDataSUS, mantido pelo Sistema Único de Saúde, apontaram qual a vítima-padrão da Covid-19 no Brasil. O levantamento feito pela revista Época aponta que, de 54.488 vítimas, a conclusão é que a doença mata mais pobres e pardos, mais homens que mulheres e mais jovens do que em outros países onde a pandemia inviabilizou sistemas de saúde, como na Itália e na Espanha. O censo foi encomendado através da consultoria Lagom Data.
Sexo, idade e localização são as informações mais completas nas fichas pesquisadas. Com isso, é possível saber que 96% dos pacientes que morreram de Covid-19 após serem internados no Brasil viviam em zonas urbanas e quase seis em cada dez eram homens. A cor da pele é preenchida em cerca de dois terços das fichas e, apesar das lacunas, os números evidenciam o impacto da desigualdade.
Das vítimas cuja cor foi identificada, 61% constam como pardas e pretas, enquanto, segundo o IBGE, os pardos e pretos no país representam 54%. No Norte, 86% das vítimas eram pardas e pretas, um número proporcionalmente maior do que a desses fenótipos na população da região — que é de 76%. No Nordeste, eram 82% dos mortos, mesmo sendo apenas 70% da população, de acordo com o IBGE.
Disponível em https://www.radiometropole.com.br/noticias/saude/94192,vitima-padrao-de-covid-19-no-brasil-e-homem-pobre-e-negro, acessado em 5/7/2020.
COPIE NO CADERNO - atividade de escrita, desenho e resolução que será corrigida/revisada.
1. Segundo a foto, e seus conhecimentos prévios, quais os trabalhos que negros, pardos e pobres fazem? E por que esses trabalhos podem facilitar a infecção por Covid?
________________________
2. Segundo o gráfico, qual região possui menos negros e pardos infectados por Covid?
________________________
3. Complete o trecho: '[...] no Brasil [...], a conclusão é que a doença mata mais ________________________ _______________________ do que em outros países[...]
4. Segundo o texto 'apesar das lacunas, os números evidenciam o impacto da desigualdade.' Marque V para verdadeiro e F para falso:
a) ( ) 100% dos paciente de Covid tiveram suas fichas preenchidas com a cor da pele.
b) ( ) 2/3 das fichas são preenchidas com a cor da pele.
c) ( ) 50% fichas preenchidas com a cor da pele.
5. Qual a importância dos estudos, sabendo que a maioria dos infectados não têm o Ensino Fundamental completo, para se ter menos chances de morrer com o Coronavírus?
LEIA O TEXTO - atividade de leitura, NÃO PRECISA COPIAR.
Singular
There is... there´s – Há- existe
Ex.
THERE´S A TRAIN AT 10.40.
THERE´S A MAN ON THE ROOF.
Plural
There are... Há -existem
Ex.
THERE ARE SEVEN DAYS IN A WEEK.
COPIE NO CADERNO - atividade de escrita, desenho e resolução que será corrigida/revisada.
1.Complete com there´s ou there are.
a. ___________ a big tree in the garden.
b. ___________ a good film on TV tonight.
c. ___________ some big trees in the garden.
d. ___________ a lot of accidents on this road.
e. ___________ 11 players in a football team.
f. ____________ coffe on the floor.
g. ___________ a cat on the roof.
h. ___________ computers in that room.
i. ____________ money in my bag.
j. ____________ seven billion people living on this planet.
k. ____________ a train at 10.20.
l. _____________ nice planets in the solar system.
m. ___________ thirty days in september.
Arte________________________________
ATIVIDADE: Releitura.
É ler novamente, é uma nova interpretação, feita com estilo próprio, mas sem fugir ao tema original. Uma boa releitura irá depender de uma boa compreensão na leitura da obra, pois é preciso interpretar bem aquilo que se vê e exercitar a criatividade.
NO CADERNO - atividade de escrita, desenho e resolução que será corrigida/revisada.
Agora que você sabe o que é releitura e já fez uma de retrato. Faça a releitura de uma paisagem.
Observe os exemplos abaixo. Várias releituras de uma mesma obra:
Obra original: Paisagem com touro, Tarsila do Amaral.
Releitura em jornal: Paisagem com touro, Tarsila do Amaral.
Releitura em recortes: Paisagem com touro, Tarsila do Amaral.
Releitura em desenho: Paisagem com touro, Tarsila do Amaral.
Sexta-feira, dia 10_____________
Língua Portuguesa____________________
ATIVIDADE: Leitura e compreensão textual; estudo da Língua.
Entendendo o texto: O homem que espalhou o deserto
1. Reescreva as frases, substituindo
as palavras ou expressões destacadas por outras de sentido semelhante. Observe
o modelo:
a) a) O
desbastamento das árvores tinha afugentado os pássaros. O desbastamento das árvores tinha espantado os pássaros.
b) b) O
seu cérebro era diminuto.
c) c) Chegaram
máquinas do estrangeiro.
d) d) Eles
voltaram peritos de primeira linha.
e) e) Costumava apanhar a
tesoura da mãe e ia para o quintal.
2. Procure no dicionário o sentido de outras
palavras do texto como:
· Calcinado:
· Impulsão:
· Manejar:
3. Assinale as características da
personagem principal do texto:
( ) Compulsivo. ( ) Alegre.
( )
Destruidor. ( ) Obsessivo.
() inteligente. ( ) bom
( )
Amigo do meio ambiente.
( ) De inteligência diminuta.
5. Observe a frase: “As árvores eram
imensas e o menino pequeno.”
a) a) Que
palavras da frase indicam contraste, isto é, têm sentido oposto?
b) b) Agora,
escreva expressões que indiquem ideias contrárias às seguintes.
Observe o exemplo: Afugentando
pássaros: atraindo pássaros. Destruindo
ninhos: As árvores levavam
vantagem:
6. Na sua opinião, que ensinamentos
podemos tirar da leitura do texto?
7. Use o prefixo re e
observe a mudança que ele traz para as palavras:
· Cortando folhas: recortando folhas. (exemplo)
· Adquirir a
prática:
· Organizar uma
agenda:
· Construiu
edifícios:
8. Preencha as lacunas, escrevendo o
adjetivo e o substantivo dos verbos abaixo:
Os primeiros números primos são: 2, 3, 5, 7, 11, 13, ...
Existe um jeito fácil de descobrir os fatores primos que compõem os números. A decomposição de números, utilizando fatores primos é feita através de divisões sucessivas até chegarmos ao número 1.
Observe os exemplos:
1. No seu caderno, decomponha em fatores primos e escreva na forma fatorada completa.